Estudo revela “fase silenciosa” no desenvolvimento do Alzheimer
Um estudo revelou que o Alzheimer tem uma fase inicial “silenciosa”, antes de surgirem os sintomas. Utilizando uma “patologia do relógio”, os pesquisadores mapearam mudanças celulares no cérebro, identificando duas fases: uma lenta, sem sintomas, com alterações celulares iniciais, e uma segunda fase com acúmulo significativo de proteínas beta-amiloide e tau, que leva ao declínio cognitivo. Os achados podem guiar novos tratamentos focados em fases específicas da doença. Saiba mais: https://www.foxnews.com/health/new-alzheimers-research-reveals-quiet-phase-disease-before-symptoms-appear
Projeto oferece música como terapia para pessoas com Alzheimer
O projeto MusicalMente, desenvolvido pelo Instituto Não Me Esqueças (INME), em Londrina, usa a música como uma forma de terapia para pessoas com Alzheimer. A iniciativa busca estimular a memória, a cognição e o bem-estar emocional dos participantes. Aprovado pelo Edital Itaú Viver Mais, o projeto garantiu sua continuidade em 2025, com a meta de atender até 1.000 pessoas. Além das sessões de musicoterapia, a iniciativa oferece capacitação para cuidadores e familiares, especialmente aqueles que cuidam de pacientes acamados ou em situações de longo prazo. Saiba mais: https://www.folhadelondrina.com.br/saude/projeto-oferece-musica-como-terapia-para-pessoas-com-alzheimer-3266109e.html?d=1
Cientistas encontram novo aliado na jornada contra o Alzheimer: o café
Um estudo recente mostrou que o consumo de café pode ter um efeito positivo na redução do risco de Alzheimer. A pesquisa analisou 263 pessoas com mais de 70 anos e observou que aqueles que consumiam mais cafeína apresentavam uma menor carga das proteínas que estão ligadas ao desenvolvimento da doença, no cérebro. Os participantes com menor ingestão de cafeína tinham 2,5 vezes mais chances de desenvolver a doença. No entanto, os autores alertam que mais estudos são necessários para entender melhor essa relação e a influência do consumo a longo prazo. Saiba mais: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-25022
Casos de Alzheimer em mulheres têm aumentado
O número de casos de Alzheimer têm crescido especialmente entre as mulheres. De acordo com especialistas, esse aumento pode ser parcialmente explicado pela maior expectativa de vida feminina. No entanto, fatores genéticos e fisiológicos específicos das mulheres também podem contribuir para essa diferença. Enquanto o Alzheimer se manifesta frequentemente com perda de memória recente, nas mulheres, é comum que os primeiros sinais sejam mudanças comportamentais e de personalidade, antes mesmo dos sintomas cognitivos. Saiba mais: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/casos-de-alzheimer-em-mulheres-tem-aumentado-consistentemente-diz-especialista/
Descoberta abre caminho para novas terapias de recuperação da memória em casos de Alzheimer
Pesquisadores do Instituto Buck descobriram que a proteína “kibra”, presente no cérebro, pode ajudar a reverter os danos causados pelo Alzheimer, restaurando a memória. Diferente de outros tratamentos focados em remover proteínas tóxicas como beta-amiloide e tau, este estudo concentra-se em recuperar sinapses danificadas pela falta de kibra. Experimentos mostraram que o aumento dessa proteína em camundongos melhorou a função sináptica e a memória, mesmo sem resolver o acúmulo tóxico. Saiba mais: https://veja.abril.com.br/saude/estudo-encontra-potencial-caminho-para-reverter-danos-do-alzheimer
Medicamento usado no parto é estudado como método para ajudar pacientes com Alzheimer
Cientistas da Universidade de Rochester descobriram que um medicamento usado para induzir o parto pode ter outro uso: proteger o cérebro contra o Alzheimer. O composto estimula o sistema glinfático, responsável pela “limpeza” de toxinas do cérebro. Em experimentos com ratos, o medicamento melhorou o fluxo do fluido cerebrospinal em animais mais velhos, o que pode ajudar a prevenir o avanço do Alzheimer. Embora promissor, mais estudos são necessários para verificar sua eficácia em humanos. Saiba mais: https://www.metropoles.com/saude/remedio-parto-reduz-risco-alzheimer